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João Almeida é o homem por detrás da famosa CadeiraDePlastico, que se tornou facilmente na sua honrosa alcunha. As dicas da CadeiraDePlastico têm um lugar cativo na Mai Magazine, e é de perto que acompanhamos os seus novos desenvolvimentos. Este é um projeto que tem crescido a olhos vistos mas que nunca deixará o plástico de lado, devido a toda a singularidade que detém. Atualmente, um novo rebento faz parte do seu percurso. A Convite da CadeiraDePlastico façam o favor de entrar e conhecer, finalmente, as novidades desta Cadeira tão especial.



Reparamos que a CadeiraDePlastico mudou de cara recentemente. A que se deve essa mudança?

Senti a necessidade de mudar para algo mais profissional. A antiga imagem estava pouco profissional e, à medida que fui desenvolvendo o projeto, senti necessidade de mudar e acompanhar essa evolução. Aliás, esta mudança também serviu para apresentar a CadeiraDePlastico a um público diferente e aos espaços onde posso vender esse projeto.

Afinal, quem é na verdade a CadeiraDePlastico?

A CadeiraDePlastico é, no fundo, uma personagem que eu criei para mostrar ao público o meu gosto pessoal. Não é ninguém especial a não ser eu. Senti que tinha que criar algo para apresentar o meu trabalho de pesquisa, não utilizando o meu nome. E foi aí que a Cadeira nasceu.

És conhecido como O Cadeira porque reconhecem o teu trabalho. Uma vitória já foi atingida. Qual será a próxima?

É verdade, essa vitória já foi conseguida mas nem eu próprio dei por ela quando estava a acontecer. Talvez porque durante esse tempo estivesse a levar as coisas com o meu sentido de humor e não estava a perceber o que me estava a acontecer. Uma vitória já foi ganha e o meu público forte está aqui em Santa Maria da Feira. Contudo, o que eu quero atingir, e é com esse objetivo que estou a trabalhar, é solidificar e tornar mais forte o nome e a marca CadeiraDePlastico. Quero cativar os espaços noturnos, sejam bares, discotecas ou eventos, fazendo com que confiem na CadeiraDePlastico. Acho que, aos poucos, estou a consegui-lo.

Por detrás da Cadeira está João Almeida. Além da gestão da Cadeira, como é o dia a dia do João?

Tirando o meu trabalho fixo, o meu dia a dia passa pelo computador e a pesquisa de novas músicas, em sites e blogs, por exemplo. Chega a ser enervante, quando não consigo encontrar material novo. Além disso, tive a sorte de conhecer pessoas, ainda não pessoalmente, que me têm ajudado muito a mim e à CadeiraDePlastico, nomeadamente o Rui Estevão. No restante, é uma vida normal.

Ao longo de vários meses, as dicas da CadeiraDePlastico têm servido de dicionário musical para os leitores da Mai Magazine. E para a Cadeira, o que lhe trouxe de novo?

Como sempre, começo os novos projetos por desporto e depois começo a ganhar o entusiasmo, deixando-me envolver ao máximo por eles E o que aconteceu com a Mai Magazine foi isso mesmo. Estas dicas trouxeram uma maior visibilidade e reconhecimento à CadeiraDePlastico, até porque a dei a conhecer a um número maior de pessoas.

Na última vez que nos sentámos, a Cadeira afirmou que se imaginava projetada noutros solos. O sonho já passou a realidade?

Um dos sonhos já, o outro ainda não. O que ainda está por realizar é o meu projeto na rádio, seja ela nacional, local ou regional, com o nome CadeiraDePlastico e eu como locutor. Outro dos projetos que já é uma realidade é o meu conceito A convite da CadeiraDePlastico.

Esse é o teu novo projeto na área. Podes falar um pouco mais sobre essas novidades?

Este novo conceito consiste no convite de artistas a meu gosto, que vão ao encontro do estilo musical publicado na página da Cadeira, tal como o indie ou o indie house, e depois vendê-lo num espaço noturno. Recentemente mudei a estratégia do conceito e, agora, tanto convido artistas reconhecidos como os que são menos conhecidos, ajudando-os a ganhar maior visibilidade. Desta forma, tento abrir horizontes.

Será que num futuro próximo o plástico dá lugar ao veludo?

Na brincadeira digo que vai passar a inox (risos). Mas não, não quero que passe a nada. Quero que a Cadeira continue de plástico, porque desde o seu início que é assim. Será para sempre CadeiraDePlastico.

Se te pedisse para dedicar uma música Fina Flor à Mai Magazine, qual seria?

Assim de repente, a Kelly de When Saints Go Machine, porque é uma música que está muito ligada à CadeiraDePlastico. Inicialmente, comecei a postar muitos temas dessa banda na minha página pessoal do Facebook e, por influência de um grupo de amigos, criei uma outra página e foi aí que nasceu a CadeiraDePlastico. No fundo, esta banda marca o início da CadeiraDePlastico.

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